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DA:       FEDERAÇÃO DOS BANCÁRIOS DE AL/PE/RN

PARA:   SINDICATOS DE BANCÁRIOS FILIADOS   

REF: INFORME DA FEEB AL/PE/RN – Nº 163-2019 – DE 29/10/2019


TRANSFERÊNCIAS COMPULSÓRIAS DE ESCRITURÁRIOS DO BANCO DO BRASIL  -  BANCO DO BRASIL S.A realiza transferências compulsórias de escriturários para localidades mais distantes do que as transferências realizadas há 10 dias. Acabamos de ser informados pelo negociador do BB que o Banco promoverá nova rodada de transferências compulsórias no interesse do serviço, desta vez objetivando realocar 467 colegas escriturários, para além das regiões metropolitanas e municípios limítrofes.

Fonte: Contec



COMISSÃO DE TRABALHO DEBATE REFORMA SINDICAL HOJE (29)  -  O colegiado debate, hoje terça-feira (29), a Reforma Sindical. A audiência pública atende a requerimento da deputada Alice Portugal (PCdoB-BA), que destaca que o debate sobre a Reforma Sindical tem ganhado impulso entre as entidades, no governo e no Parlamento e tende a ter desdobramento em breve. Na Agência Câmara. Ela explica ainda que o governo federal editou portaria para instituir Grupo de Altos Estudos do Trabalho (Gaet) com o objetivo de avaliar o mercado de trabalho brasileiro sob a ótica da modernização das relações trabalhistas e matérias correlatas. "As centrais sindicais iniciaram discussão com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), para chegar a uma proposta de Reforma Sindical negociada entre entidades patronais, de trabalhadores e o Congresso", afirma. Segundo ela, a intenção é antecipar à reforma em elaboração pelo grupo de trabalho do governo. Foram convidados os presidentes das centrais sindicais — CTB, CUT, UGT e Força — e ainda o secretário do Trabalho da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho, do Ministério da Economia, Bruno Dalcomo; o presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores no Comércio (CNTC), Levi Fernandes Pinto; e o representante da Federação Nacional de Instalação de Infraestrutura de Redes de Telecomunicações e de Informática. A reunião vai ser realizada às 14 horas, em plenário a definir. A proposta apresentada pelo deputado Marcelo Ramos (PL-AM) caiu 2 vezes em razão de que vários deputados retiraram as assinaturas em apoio à PEC. O texto deverá ser reapresentado nesta semana.

Fonte: Diap



CONAR E PROCON ENTRAM COM AÇÕES CONTRA CAMPANHAS DO SANTANDER  -  O Conar (Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária) e a Fundação Procon/SP abrirão processos contra a campanha do Santander que promove o título de capitalização da instituição, o “DinDin Santander”. O Conar já possui duas ações: a primeira foi motivada por denúncias de consumidores. Segundo a instituição, a campanha “Você milionário ou seu dinheiro de volta” faz uma promessa de ganhos exagerados com os títulos de capitalização. A segunda foi movida pela Caixa Econômica Federal. Para o banco estatal, o comercial “Tente a sorte no Din Din” faz uma publicidade comparativa irregular, uma vez que cita a palavra “loteria” e promove uma comparação de produtos diferentes (loterias e títulos de capitalização). Para tentar resolver a questão, executivos do Santander e da Caixa se reunirão hoje à tarde, na sede do Conselho, em São Paulo. O trâmite é comum e, muitas vezes, as campanhas acabam sendo alteradas depois de um acordo. O Santander não quis comentar as ações. Semelhança com caso Bettina O Procon/SP também pedirá esclarecimentos ao Santander. Para Guilherme Farid, chefe de gabinete do órgão, a campanha se assemelha ao “caso Bettina”. “A campanha não explica como vai fazer com que consumidores se tornem milionários. Acredito ser abusiva a forma que propõe a venda do título de capitalização. Devemos solicitar ao banco que envie a base de dados técnica e científica que comprove essa possibilidade”, afirma. Segundo o Código de Defesa do Consumidor, campanhas publicitárias não podem iludir o consumidor —ou, ainda, serem enganosas por omissão. “O Código reconhece o consumidor como vulnerável. Por isso, a campanha deveria deixar claro que o produto se trata de um título de capitalização e que não vai alcançar um rendimento de poupança, por exemplo. Precisa ter o máximo de informações possível”, declara Farid. Crise acentua competição por clientes Segundo Luiz Peres-Neto, professor da ESPM-SP, em épocas de crise, tradicionalmente, a publicidade dos bancos acentua a competição por clientes. “Na medida em que a economia se estanca, há a necessidade de mais crédito. Este é o contexto perfeito para que bancos e entidades financeiras comecem a buscar ‘os asteriscos’ nas propagandas”, afirma o acadêmico. Para o professor, a campanha ainda reforça certos estereótipos de gênero. “O comercial também é misógino e patriarcal, quando coloca a mulher como empreendedora do lar e o homem como aquele que joga a roleta russa da vida”, diz. Comparação entre produtos distintos Peres-Neto ainda afirma que a comparação implícita no comercial é impossível. “Tudo é passível de uma comparação. Mas a campanha não é razoável, uma vez que compara produtos financeiros diferentes. A tendência é crescente no mercado: propaganda que não mentem, mas que omitem a verdade na busca por mais clientes”, diz. O fim das letras miúdas Por muitas vezes, as campanhas dos bancos são questionadas pelo fato de possuírem “letras miúdas”. O artifício foi criticado por uma ação do banco digital Nubank. A startup focada em serviços financeiros, lançou, em março deste ano, um movimento que propõe o “fim dos asteriscos” nas campanhas: o #AsteriscoNão. Para isso, a fintech resolveu provocar os grandes bancos: instalou anúncios em relógios de rua próximos a agências da Caixa Econômica Federal, do Itaú e do Santander, em São Paulo. A ideia pretendia que as empresas passassem a ter maior transparência em sua comunicação, sem letras miúdas e notas de rodapé em anúncios.

Fonte: UOL Diretoria Executiva da CONTEC



Cordialmente
João Bandeira – Presidente
Paulo André – Secretário Geral