INFORMATIVOS | Voltar

DA:       FEDERAÇÃO DOS BANCÁRIOS DE AL/PE/RN

PARA:   SINDICATOS DE BANCÁRIOS FILIADOS   

REF: INFORME DA FEEB AL/PE/RN – Nº 158-2019 – DE 21/10/2019


BANCO DO BRASIL S.A. – TRANSFERÊNCIAS COMPULSÓRIAS DE ESCRITURÁRIOS E CAIXAS EXECUTIVOS  -  No último dia 17/10/2019, a CONTEC solicitou ao Banco do Brasil a suspensão ou o adiamento das transferências compulsórias com caráter definitivo, no interesse de serviço, de Escriturários e Caixas Executivos lotados em dependências com excesso, transferências essas realizadas no último dia 18/10/2019. O Banco negou o pedido da CONTEC, porém passou a permitir a possibilidade de concorrência desses funcionários por 30 dias, enquanto aguardam a posse na nova agência.

Fonte: Diretoria Executiva da CONTEC



GASTO COM TARIFAS DE BANCOS CRESCE 150% EM 10 ANOS E CHEGA A R$ 427 POR MÊS  -  As despesas dos brasileiros com serviços bancários, que levam em conta os gastos médios com tarifas e taxas, chegaram a 1% dos orçamentos familiares em 2017, segundo a Pesquisa de Orçamentos Familiares do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Na faixa de maior renda da população urbana, o gasto é de R$ 427 por mês (1,6% do orçamento da família). Os números são de 2017, mas só foram divulgados agora pelo IBGE. O gasto médio de 1% representa um crescimento de 150% em relação à pesquisa publicada em 2008, quando as despesas dos brasileiros com serviços bancários chegavam a 0,4% do orçamento das famílias. Os dados publicados pelo IBGE mostraram que esse percentual de gastos varia de acordo com a faixa de renda e se a família mora em uma área urbana ou rural. Os maiores gastos, como esperado, são dos mais ricos da área urbana. No meio urbano, as famílias com menor renda, de até R$ 1.908, desembolsavam R$ 9,20 com tarifas e taxas bancárias, o equivalente a 0,6% dos orçamentos. Na maior faixa de renda, o percentual chegou a 1,6%, percentual que corresponde a R$ 427,38. No meio rural, as famílias na menor faixa de renda gastavam 0,3% dos orçamentos com serviços bancários, o equivalente a R$ 4,16. E na maior faixa de renda o percentual chegou a 0,6%, percentual que corresponde a R$ 121,46. Fintechs oferecem preços menores. Para Ricardo Rocha, professor da escola de negócios Insper, as famílias brasileiras estão mais atentas quanto à necessidade de buscar um equilíbrio entre o ganham e o que gastam. Apesar disso, ele afirmou que muitos não se dão conta do custo do pacote de serviços da conta bancária ou da tarifa de anuidade do cartão de crédito. “Muitos não se dão conta de que gastam um valor considerável com a tarifa de manutenção da conta ou com a anuidade do cartão. E muitas fintechs têm visto um nicho de mercado para oferecer os mesmos serviços sem essas tarifas”, declarou. Rocha também disse que é natural um gasto maior com tarifas e taxas nas famílias com maior renda. Segundo ele, essas pessoas procuram por serviços mais sofisticados e pagam para usar os pacotes e benefícios oferecidos pelas instituições financeiras. “O importante é que o cliente bancário saiba pelo que ele está pagando. Se é possível reduzir o custo da tarifa, o cliente deve procurar o banco ou a fintech e buscar um desconto”, disse.

Fonte: UOL Diretoria Executiva da CONTEC



MARINHO NEGOCIA COM SINDICATOS PROPOSTAS DE REFORMA SINDICAL  -  Secretário especial de Previdência e Trabalho, Rogério Marinho - Adriano Machado - 01.out.2019/Reuters - Entre os projetos que são discutidos, está o fim da unicidade dos sindicatos (Por Bruna Narcizo) O secretário especial de Previdência e Trabalho, Rogério Marinho, se reuniu nesta quinta-feira (17) com líderes sindicais da UGT, CUT, Força Sindical, CTB, NCST e CSB, em São Paulo. “Foi uma reunião boa, propositiva. Ouvimos queixas, mas também propostas e esse é um processo natural da dialética”, disse Marinho. Segundo ele, a proposta de reforma sindical não será unilateral. Membros do Gaet (Grupo de Altos Estudos do Trabalho), criado pelo governo federal, também participaram do encontro. Entre as propostas que estão sendo desenvolvidas pelo grupo, está o fim da unicidade, que impede a criação de mais de um sindicato por categoria em uma cidade, estado ou região. “É natural no sistema capitalista ter uma mediação entre o empregador e o trabalhador. Mas precisamos retirar a tutela do Estado dessa relação. É uma relação indevida. Atualmente, é o Estado brasileiro quem dá a carta de autorização para que um sindicato funcione em determinada região e isso não deve mais ocorrer”, diz. Segundo Marinho, a proposta do governo ainda está em construção, mas pode ser baseada em modelos sindicais de outros países. “Fizemos um grupo de trabalho para produzir um documento com o que acontece no mundo. Queremos trazer a experiência de outros lugares para a nossa realidade”, afirma. Miguel Torres, presidente da Força Sindical, diz que, pelo que ouviu até agora, o governo deve apresentar o modelo que existe no Chile, na Colômbia ou no México, que, segundo ele, é baseado na pluralidade. “Foca na proposta de um sindicato por empresa, que nós somos contra”, afirmou. Sobre formas de financiamento, Marinho disse novamente que o governo ainda não tem a proposta fechada. “Entendemos que a maneira do financiamento sindical obrigatória não era o adequado. Mas sabemos que há um grande número de sindicatos no Brasil, muitos cartorais [de fachada] que não vão sobreviver”, disse. Ricardo Patah, presidente da UGT, disse que foi “uma agradável surpresa” a procura do governo para essa primeira conversa. “Eu acho que o caminho que estamos adotando de diálogo e alternativas de consenso é melhor. Um movimento dividido não vai impedir qualquer mudança mais firme que o governo possa querer fazer”, disse. Além da proposta sindical, o grupo também discutiu outros temas como a carteira de trabalho verde amarela, que garante só direitos constitucionais como 13º, FGTS e férias, elementos da Justiça do trabalho e direitos trabalhistas. Na sexta-feira (18), o Gaet se reúne com entidades patronais, na Fiesp.

Fonte: Folha.com



Cordialmente
João Bandeira – Presidente
Paulo André – Secretário Geral