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DA:       FEDERAÇÃO DOS BANCÁRIOS DE AL/PE/RN

PARA:   SINDICATOS DE BANCÁRIOS FILIADOS   

REF: INFORME DA FEEB AL/PE/RN – Nº 009-2019 – DE 22/01/2019


CAIXA NÃO BATEU MARTELO SOBRE FORMA DE VENDA DO BANCO PAN  -  A Caixa Econômica Federal tem pressa em vender sua participação no banco Pan (ex-Panamericano), mas ainda não decidiu o formato. Os caminhos são oferecer para um parceiro estratégico ou partir para uma oferta de ações (follow-on), uma vez que a instituição tem capital aberto. A Caixa ainda não teria falado sobre o assunto com o seu sócio BTG Pactual, com quem divide o controle do Pan.Quanto vale O preço é mais ou menos dado. O banco todo está precificado em R$ 2,3 bilhões. Os 83,4% de Caixa e BTG valem R$ 1,9 bilhão a valor de mercado. Fico Como o BTG Pactual tem sinalizado nos bastidores que não quer sair do Pan, o mais provável é que a Caixa venda sua participação, de 32,8%, na bolsa. Desovar essa faria no mercado não é fácil. Por outro lado, achar interessado no ativo também é uma tarefa e tanto. O mineiro BMG, candidato natural à compra, por conta da operação de crédito consignado, já olhou a aquisição no passado e não tem interesse. Caixa, BTG e Pan não comentaram.

Fonte: Estadão Diretoria Executiva da CONTEC



CONFIRA QUEM SÃO OS NOVOS VICE-PRESIDENTES DO BANCO DO BRASIL  -  Com a posse de Rubem Novaes no cargo de Presidente do BB, Marcelo Labuto retorna ao cargo de Vice-presidente de Negócios de Varejo. Confira a lista de nomes e informações sobre as vice-presidências que deverão ocupar: Antônio Gustavo Matos do Vale para o cargo de Vice-presidente de Gestão de Pessoas, Suprimentos e Operações. Atualmente ocupa o cargo de Vice-presidente de Tecnologia no BB. Carlos Hamilton Vasconcelos Araújo para o cargo de Vice-presidente de Gestão Financeira e Relações com Investidores. Atualmente ocupa o cargo de membro do Comitê de Riscos e Capital no BB. Carlos Motta do Santos para o cargo de Vice-presidente de Distribuição de Varejo. Atualmente, ocupa o cargo de Gerente Geral da Unidade Negócios Pessoa Física, Pessoa Jurídica e Agronegócio do BB. Carlos Renato Bonetti para o cargo de Vice-presidente de Controles Internos e Gestão de Riscos. Atualmente, ocupa o cargo de Diretor de Gestão de Riscos do BB.Fábio Augusto Cantizani Barbosa para o cargo de Vice-presidente de Tecnologia. Ocupou o cargo de Diretor e Conselheiro de Administração em empresa do segmento de Meios de Pagamento.Flávio Augusto Corrêa Basílio, funcionário de carreira do BB, para o cargo de Vice-presidente de Governo. Ocupou o cargo de Secretário Nacional de Segurança Pública do Ministério da Segurança Pública. Ivandré Montiel da Silva, funcionário de carreira do BB, para o cargo de Vice-presidente de Agronegócios. Atualmente, ocupa o cargo de Secretário Adjunto de Política Agrícola e Meio Ambiente, da Secretaria de Política Econômica (SPE) do Ministério da Fazenda. Márcio Hamilton Ferreira para o cargo de Vice-presidente de Negócios de Atacado. Atualmente, ocupa o cargo de Vice-presidente de Controles Internos e Gestão de Riscos no BB.

Fonte: ANABB Diretoria Executiva da CONTEC



REFORMA DA PREVIDÊNCIA: UM RETRATO DAS APOSENTADORIAS  -  A história da Previdência no Brasil começa 130 anos atrás, em 1888, com um decreto que regulava a aposentadoria de funcionários dos Correios – e que era curiosamente mais rigoroso do que o sistema atual, levando-se em consideração a expectativa de vida na época: era preciso ter 30 anos de serviço e idade mínima de 60 anos para se aposentar. Brasil gastou muito com Previdência e pouco com saúde pública, diz Tesouro Nas décadas seguintes foram instituídos sistemas de aposentadoria para funcionários de diversos setores ligados ao Estado, da Casa da Moeda à Alfândega. Com o tempo, vários desses sistemas que atendiam apenas uma categoria foram fundidos, a rede de proteção social no Brasil foi se estruturando e, em 1990, surgiu o Instituto Nacional de Serviço Social, o INSS. O debate sobre a eventual necessidade – e a maneira – de se reformar a Previdência também não é novo. Desde o surgimento do Plano Real, todos os governos tentaram reestruturar o INSS e o sistema de aposentadorias dos servidores públicos. Algumas mudanças pontuais foram feitas no decorrer dos últimos 20 anos. No governo FHC surgiu o fator previdenciário, que reduziu o valor dos benefícios de quem se aposentava mais cedo. O governo Lula aprovou uma reforma parcial no sistema do funcionalismo – quem ingressou no serviço público após 2003, quando foi aprovada a medida, não tem mais direito a se aposentar com o salário integral, como acontecia até então. Os governos Dilma e Temer também propuseram mudanças, mas não conseguiram passá-las pelo Congresso. Em um país como o Brasil, em que os salários médios são baixos e as aposentadorias chegam a ser a única fonte de renda mensal de famílias inteiras, o debate sobre reforma da Previdência é difícil e controverso, inclusive entre os legisladores. Desta vez não deve ser diferente, já que a pauta foi considerada como prioritária do governo Bolsonaro, que deve apresentar uma proposta no início de fevereiro. Por meio de 6 fatos, a BBC News Brasil mostra como o sistema de aposentadorias funciona hoje: como é financiado, quanto paga de benefícios – e a quem – e o tamanho da dívida de quem deixou de recolher para o INSS. Previdência gastou em 2018 cerca de R$ 186 bilhões mais do que arrecadou. O deficit do Regime Geral da Previdência Social (RGPS) entre janeiro e novembro de 2018, o dado mais recente divulgado pela Secretaria da Previdência, chegou a R$ 186,3 bilhões, o maior da série histórica. O RGPS é um dos três grandes braços do sistema previdenciário no Brasil. É ele que paga as aposentadorias dos trabalhadores urbanos e rurais e benefícios como auxílio doença e pensões por morte. A Previdência segue um regime de repartição com um caráter “solidário”: a contribuição de quem está na ativa banca os benefícios de quem está aposentado e a contribuição dos trabalhadores urbanos financia a aposentadoria dos trabalhadores rurais, que não precisam recolher para o INSS. O RGPS atua em paralelo com o Regime Próprio de Previdência Social (RPPS), voltado aos funcionários públicos, e com o sistema de aposentadorias dos militares, que também tem regras próprias. O deficit no atual sistema previdenciário é antigo, ele nasceu praticamente com o INSS, instituído em 1990. Segundo o professor da FGV-EBAPE Kaizô Beltrão, depois de ser superavitário por alguns anos, já em 1997 a Previdência passou a gastar mais do que arrecada – e opera assim até hoje.O deficit vem se aprofundando, entretanto, desde 2014. Depois de quase 10 anos na faixa dos R$ 40 bilhões, ele passou de R$ 56 bilhões para R$ 85 bilhões em 2015 e atingiu R$ 182,4 bilhões em 2017, o pior resultado da série até então. O deficit do ano passado, que já é o maior no acumulado de janeiro a novembro, deve superar essa marca.

Fonte: G1 Diretoria Executiva da CONTEC



Cordialmente
João Bandeira – Presidente
Paulo André – Secretário Geral