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DA:       FEDERAÇÃO DOS BANCÁRIOS DE AL/PE/RN

PARA:   SINDICATOS DE BANCÁRIOS FILIADOS   

REF: INFORME DA FEEB AL/PE/RN – Nº 128-2020 – DE 29/07/2020


PAGAMENTO DO LICENCIAMENTO VEICULAR INICIA NO PRÓXIMO SÁBADO NO PARANÁ  -  O calendário de pagamento do Certificado de Registro de Licenciamento de Veículo (CRLV), exercício 2020, começa neste sábado (1º). Este ano, o Detran-PR não emitirá a carta de aviso aos proprietários de veículos por medida de economia. O diretor-geral do Detran, Wagner Mesquita, alerta aos cidadãos para que não percam o prazo de pagamento. “É importante que o cidadão evite circular com o veículo de forma irregular, o que pode acarretar em infração de trânsito”, diz. O prazo para pagamento do licenciamento anual é de acordo com o final das placas. Veículos com placas finais 1 e 2 devem ter o licenciamento quitado em agosto; para as placas que terminam com dígitos 3, 4 e 5, o vencimento ocorre em setembro; as que possuem final 6, 7 e 8, o prazo expira em outubro; placas com final 9 e 0, o prazo para quitação é em novembro. A guia de recolhimento pode ser emitida por meio do Portal do Detran, no valor de R$ 86,50 para todos os veículos, e poderá ser paga nos caixas eletrônicos ou pelo Internet Banking dos bancos arrecadadores credenciados – Banco do Brasil, Santander, Sicredi, Bancoob (Sicoobe) e Rendimento. De acordo com a Lei 23.263/20, sancionada no último dia 23, o cidadão que ainda não quitou o Imposto sobre a Propriedade de Veículo Automotor (IPVA) deste ano tem a possibilidade de fazer o parcelamento junto à Secretaria da Fazenda. Se a primeira parcela for quitada junto com demais débitos como multas e Seguro DPVAT, o CRLV já poderá ser emitido.Digital - O Certificado de Registro de Licenciamento de Veículo não será mais emitido em papel-moeda a partir de 1º de janeiro de 2021, em cumprimento da Deliberação 180/2019 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), de 30 de dezembro de 2019. Apenas estará disponível em versão digital (CRLV- e), que já pode ser emitido pelo Portal do Detran em formato PDF e impresso em qualquer impressora comum, ou pelo aplicativo Carteira Digital de Trânsito (CDT). O CRLV-e é emitido em até três dias após a quitação dos débitos do veículo (Licenciamento, IPVA e DPVAT).Legislação O motorista que for flagrado circulando com um veículo que não esteja licenciado estará cometendo uma infração de trânsito gravíssima. O Artigo 230 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB) prevê aplicação de multa de R$ 293,47, perda de sete pontos na CNH e apreensão do veículo.

Fonte: BandaB



PRESIDENTE DO BB DIZ QUE "TEM MUITA GENTE COM RABO PRESO" EM BRASÍLIA  -  Dias depois de pedir demissão da presidência do Banco do Brasil, o economista Rubem Novaes disse, em declaração publicada pela coluna do jornalista Merval Pereira no O Globo, que o ambiente político de Brasília "tem muita gente com rabo preso trocando proteção".Sem especificar casos ou detalhar ao que se referia, Rubem Novaes disse que tudo começou na reeleição de Fernando Henrique Cardoso e "piorou muito nos anos do PT com mensalões e petrolões". Segundo o jornal, este ambiente foi uma das razões apontadas para ele deixar o cargo. Novaes ainda citou que "criar dificuldades para vender facilidades é a regra" e existem "privilégios e compadrios".Novaes entregou na última sexta-feira (24) um pedido de renúncia do cargo ao presidente Jair Bolsonaro e ao ministro da Economia, Paulo Guedes. A informação foi dada pelo próprio banco, em comunicado de fato relevante distribuído à imprensa e ao mercado financeiro. Ele ocupava o posto desde o início do governo, em janeiro de 2019.Em entrevista à CNN Brasil no último fim de semana, Novaes já havia afirmado que decidiu deixar o cargo por "não se adaptar à cultura de privilégios, compadrio e corrupção de Brasília". Ao jornal O Globo, ele reafirmou que a sua saída não está ligada a nenhum fato específico e que desde junho já conversava com o ministro da Economia, Paulo Guedes, sobre a possibilidade.

Fonte: UOL



BRASIL FECHA 1,19 MILHÃO DE VAGAS DE TRABALHO NO PRIMEIRO SEMESTRE DE 2020, DIZ GOVERNO  -  Considerando exclusivamente o mês de junho, 10,9 mil vagas foram fechadas; em maio, haviam sido 350 mil. Para secretário do Ministério da Economia, dados indicam retomada da economia. A economia brasileira fechou 1,19 milhão de vagas de trabalho com carteira assinada no primeiro semestre de 2020, informou nesta terça-feira (28) o Ministério da Economia. Os números fazem parte do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).De acordo com o secretário de Trabalho do Ministério da Economia, Bruno Dalcolmo, esse é o pior resultado para o primeiro semestre desde 1992, início da série histórica do Caged. "E é natural que isso aconteça também. É a maior crise da história do país, com os respectivos impactos em termos de mercado de trabalho”, disse. O saldo é a diferença entre as contratações e a demissões. No semestre foram registrados 7,9 milhões de desligamentos e 6,7 milhões de novas admissões. No mesmo período de 2019, o saldo havia sido positivo. Na época, foram criadas 408 mil vagas, o melhor resultado desde 2014.Considerando exclusivamente o mês de junho, foram fechadas 10,9 mil vagas de emprego formal. Em maio, haviam sido 350 mil. Em abril, pior mês do ano até aqui, foram fechadas 918 mil vagas. O mercado de trabalho, assim como toda a economia, sofreu diretamente o impacto da pandemia do novo coronavírus. O alto risco de contágio em locais cheios ou fechados, assim como as medidas de isolamento social, tomadas de acordo com orientações de autoridades de saúde, diminuíram a circulação de pessoas e o consumo de diversos bens e serviços. Em grande parte dos estados, as medidas foram flexibilizadas nas últimas semanas. Para o secretário especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Bruno Bianco, os números de junho indicam uma retomada da economia no país."Eu posso trazer indícios claros que nós já iniciamos a retomada, que no mercado de trabalho ela é muito forte, e podemos surpreender o mundo, como o nosso ministro [Paulo Guedes] tem dito", afirmou o secretário. Ele destacou que o número de vagas fechadas vem diminuindo expressivamente desde abril."Estamos comparando três meses na minha fala. Abril, menos 900 mil [vagas]. Maio, menos 350 mil. Junho, menos 10 mil. Isso aproximadamente. Uma melhora muito significativa", completou. Perspectivas para os próximos meses. Em entrevista coletiva após a divulgação dos dados, a equipe econômica afirmou que a desaceleração do desemprego registrada em junho gera perspectivas "muito positivas" para os próximos meses.Bianco atribuiu o resultado a ações tomadas pelo governo na pandemia para manutenção do emprego, como o Benefício Emergencial de Preservação do Emprego e da Renda (Bem)."São duas coisas fundamentais. A melhora da economia, de a gente começar a ver uma retomada, e a preservação de empregos causada pelos benefícios, especialmente o Bem, medidas de créditos. E mais um elemento fundamental, a prorrogação do Bem. As pessoas podem fazer mais 2 meses de suspensão e mais um mês de redução. Perspectivas muito positivas da economia nos próximos meses", afirmou o secretário. Por setor. O setor de serviços foi o que mais fechou vagas no primeiro semestre de 2020: 507.708 no total. Logo depois vem o setor de comércio, com 474.511 vagas a menos. A construção teve 32.092 vagas fechadas. O setor da agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura foi o único com abertura de novos empregos formais. Foram 62.633 vagas criadas nos primeiro semestre. Considerando apenas junho, o setor de serviços fechou 44,8 mil vagas. O comércio fechou 16,6 mil. Em junho, a agropecuária abriu 36,8 mil novas vagas. A construção civil registrou saldo positivo de 17,2 mil novos postos de trabalho. Por regiões. Veja o saldo de empregos formais no semestre por regiões: Centro-Oeste: - 27,3 mil- Norte: - 27 mil- Sul: - 195,1 mil Nordeste: - 258,8 mil Sudeste: - 690,7 mil. Veja o saldo de empregos formais em junho por regiões: Centro-Oeste: + 10 mil. Norte: + 6,5 mil- Sul: + 1,6 mil-Nordeste: - 1,3 mil Sudeste: - 28,5 mil. Estados. Entre os estados, São Paulo teve o pior saldo do semestre, com 364.470 vagas fechadas. A segunda maior queda foi do Rio de Janeiro, com saldo negativo de 184.928 vagas.Mato Grosso e Acre tiveram os melhores resultados no semestre, com 3.565 e 1.270 vagas criadas, respectivamente.

Fonte: G1



Cordialmente
João Bandeira – Presidente
Paulo André – Secretário Geral