INFORMATIVOS | Voltar

DA:       FEDERAÇÃO DOS BANCÁRIOS DE AL/PE/RN

PARA:   SINDICATOS DE BANCÁRIOS FILIADOS   

REF: INFORME DA FEEB AL/PE/RN – Nº 070-2019 – DE 30/05/2019


BC QUER CRIAR CONTAS EM DÓLAR NO PAÍS  -  O Banco Central quer que pessoas físicas possam ter contas em dólar no Brasil, para facilitar remessas a quem tem dividas ou obrigações na moeda americana, e também que possam manter contas em reais em outros países, afirmou o presidente da autoridade monetária Roberto Campos Neto. A medida faz parte de um projeto de conversibilidade cambial cuja minuta será apresentada em breve pelo BC.



DIRIGENTES BANCÁRIOS PERNAMBUCANOS PARTICIPAM DO 4º CONGRESSO NACIONAL DA UGT  -  – Hoje, quinta-feira e amanha (30 e 31), dirigentes bancários de Pernambuco e Rio Grande do Norte estão participando do 4º Congresso Nacional da UGT (União Geral dos Trabalhadores). O encontro está acontecendo em Praia Grande, litoral de São Paulo. A seguir confira a programação completa. A seguir, confira a programação completa dos dois dias de congresso: DIA 30 - QUINTA-FEIRA - Das 08h30 às 10h00 – Credenciamento- Das 10h00 às 10h30 - Sessão plenária solene de abertura - - Das 10h30 às 11h30 - Sessão plenária deliberativa- Aprovação do Regimento Interno- Aprovação da Alteração Estatutária- Das 11h30 às 12h30 - Sessão plenária temática - Palestra: “Reforma da Previdência” Palestrante: Clemente Ganz Lúcio – Diretor Técnico do DIEESE - Coordenação: Davi Zaia – Vice Presidente da UGT- Nacional - - Das 12h30 às 14h00 - Intervalo para almoço- Das 14h00 às 15h30 - Continuação da sessão plenária temática- Palestra: “4ª Revolução Industrial”Palestrantes: Luciana Urban – Diretora da Mercedes Benz do Brasil Dra. Jana Silverman – Vice-Presidente do Solidarity Center - Das 15h30 às 17h00 – Palestra: “Análise da Conjuntura Sindical Brasileira em Tempos de 4ª Revolução Industrial”Palestrantes: José Dari Krein – Professor e Pesquisador CESIT/UNICAMP - - Experiências UGT: Moacyr Pereira – Secretário de Finanças da UGT- Nacional / Chiquinho Pereira – Secretário de Organização e Políticas Sindicais da UGT - Das 17h00 às 19h00 - Aprovação da Resolução do Temário- Das 19h00 às 21h00 - Intervalo para o jantar. DIA 31 – SEXTA-FEIRA- Das 09h00 às 12h00 - Sessão plenária de eleição - Das 12h00 às 12h30 - Sessão plenária de encerramento- Das 12h30 às 14h00 - Intervalo para o almoço- 15h00 - Retorno aos Estados



SALÁRIO MÍNIMO EM DISCUSSÃO: FIM DA POLÍTICA DE VALORIZAÇÃO É CAMINHO PARA A POBREZA  -  Audiência na Comissão de Direitos Humanos do Senado enfatizou importância de manter política de valorização do piso nacional (PEDRO FRANÇA/AGÊNCIA SENADO). Além do papel no combate à desigualdade, recuperação do piso nacional pode ser um dos fatores para impulsionar o crescimento econômico, argumenta o Dieese. Acabar com a política de valorização do salário mínimo é um passo para aumentar a pobreza no país, avaliaram participantes de audiência pública promovida nesta terça-feira (28) pela Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) do Senado, presidida por Paulo Paim (PT-RS). Pela regra adotada nos últimos anos, o piso nacional era reajustado com base na inflação (INPC) do ano anterior mais a variação do Produto Interno Bruto (PIB) de dois anos antes, quando houvesse crescimento. Agora, o governo quer usar apenas a inflação. O economista Clóvis Scherer, do Dieese, lembrou que a política de valorização tornou-se lei após sucessivas marchas organizadas pelas centrais sindicais, diante da “necessidade de erguer o salário mínimo e levá-lo a um patamar de dignidade”. Ainda assim, segundo ele a maioria dos países da América do Sul têm patamares superiores ao brasileiro. “Nada mais fizemos do que recuperar um patamar de renda que já foi alcançado no país anteriormente, declarou.Em nota técnica divulgada em abril, o Dieese informa que se o salário mínimo tivesse sido reajustado apenas pela inflação no período de 2004 a 2019, valeria hoje apenas R$ 573. Isso significa que o aumento real acumulado no período chega a R$ 425.“Para além do papel no combate à pobreza e à desigualdade, que permanecem agudas no país, o revigoramento do piso de rendimentos do trabalho e dos benefícios da Seguridade, associado a outras medidas que promovessem a retomada da atividade econômica, poderia ser um fator importante para impulsionar o crescimento”, afirma o instituto. Confira aqui a íntegra da nota técnica.Representante do Sinait, o sindicato dos auditores-fiscais do Trabalho, Mônica Duialibe observou que de 2002 a 2014 o total de empregos formais no país cresceu 69%, de 23,4 milhões para 39,1 milhões. “E foi justamente o período de maior valorização do salário mínimo”, acrescentou.“O que está em jogo é como nós respondemos ao aumento da pobreza no Brasil”, alertou a presidente da Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra), Noemia Porto. Ela também chamou a atenção para o impacto do fim da política de valorização em relação à segurança social.Já a senadora senadora Zenaide Maia (Pros-RN) considerou o impacto para toda a economia, inclusive para as contas públicas. “Se você tira o poder de compra, tira o poder de venda. Se o comércio não vende, a indústria não produz e o governo não arrecada.”

Fonte: RBA com informações da TV Senado



Cordialmente
João Bandeira – Presidente
Paulo André – Secretário Geral